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Naqueles Dias

A Importância do 28 de Maio

A Revolução do 28 de Maio de 1926, foi a porta de desenvolvimento e de liberdade que se abriu para os portugueses saírem de um ambiente de trevas e passarem para um ambiente de luz e de desenvolvimento humano, social e econômico-financeiro. Saíram de um ambiente dominado pela fome, medo  e elevados níveis de subdesenvolvimento humano e entraram num mundo de Ordem, que permitiu o aparecimento de governantes que melhoram os níveis de vida no âmbito Moral, físico e mental. Ao transporem essa porta, os portugueses deixaram para trás um país que no espaço de 16 anos, tinha presenciado o assassinato de dois Chefes de Estado, o assassinato de diversas figuras históricas republicanas, caso de Machado dos Santos, na famigerada Noite Sangrenta (19Out21),  um período ingovernável com 45 governos, 8 presidentes e 29 tentativas de Golpe de Estado. Além do mais e de forma tirânica, os portugueses sem preparação e o devido apoio, foram forçados a entrarem numa guerra que não era deles, mas tão somente para legitimar internacionalmente o regime que os matou! Com a Revolta do 28 de Maio e a radical mudança do paradigma governamental, assente nos Valores Cristãos da Doutrina Social da Igreja, os portugueses e entraram num período de desenvolvimento e de paz, como não tinham há mais de 150 anos!

Homenagem

E num primeiro momento

A devoção patriótica falou mais alto, e compreendendo as necessidades da Nação, que existia amordaçada e dirigida por forças contrárias às necessidades de Portugal e do povo português. 

Gomes da Costa parte de Braga e num tremendo exemplo de força e de coragem, desafia o regime republicano e liberal.

Aquilo que seria um missão suicida caso fracassa-se, tornou-se um exemplo meritório, que inspirou, Mendes Cabeçadas a aliar-se ao desafio com um pronunciamento militar em Lisboa.

À causa dos militares aderiram milhares de populares de todos os sectores, de todas as classes sociais, inclusive de variadas ideologias, mas unanimemente convictos de que esta nova Revolução iria acabar com os vapores traiçoeiros de 1836 e de 1910, restaurando Portugal.

O tempo da construção

Com a vitoriosa Revolução, o poder não cegou os militares que se pautavam por bom valores, e incutiram uma pessoa de génio para a gestão do novo projeto, isto é no fundo a reconstrução da pátria.

A melhor solução foi encontrada num jovem Professor de Coimbra, António de Oliveira Salazar, cuja virtude, génio e humildade foram de tal ordem, que é difícil achar na Historia figura que se iguale. O Estado Novo desencadeou muitos projectos, obras e feitos, mas nas suas responsabilidades nunca se esqueceram das suas origens e no 28 de Maio de cada ano prestavam-se homenagens, áqueles heróis que se tinham levantado naquele dia em 1926 para poderem dar à Pátria, o maravilhoso período que veio a viver nas décadas seguintes.

Chegou a nossa Vez!

O País antes e depois

Estátua do Marechal Gomes da Costa, Herói do 28 de Maio. 
Braga, Convento de IL POPULO

O Festim Republicano

A Primeira República portuguesa, instaurada em 1910, foi marcada por uma instabilidade profunda que muitos historiadores descrevem como um período de desorientação nacional. Entre governos que caíam em semanas, revoltas militares sucessivas e uma economia em colapso, o país parecia incapaz de encontrar um rumo sólido. A fragmentação partidária e a incapacidade de garantir ordem pública provaram que a jovem República não conseguia cumprir as promessas de modernidade e progresso que anunciara, mas antes esforçava-se para prosseguir os seus fins ideológicos de destruição nacional. Para  uma Nação como Portugal, um corpo orgânico que precisava de unidade, este período simboliza dispersão e fraqueza, vilania e total perversão.

Horas Mortas

Ao longo da década de 1910 e 1920, a instabilidade agravou-se com a participação de Portugal na Primeira Guerra Mundial ao serviço dos ingleses, greves constantes, perseguições à Igreja e aos crentes, uma inflação galopante, fome  e confrontos políticos que frequentemente degeneravam em violência. Muitos nacionalistas da época compreenderam que este caos era o resultado de um sistema político corrupto e incapaz de assegurar continuidade, disciplina e autoridade. Um regime pautado pela defesa de um ideal que aumentou a pobreza dos portugueses. A ideia de regeneração nacional começou a ganhar força, alimentada pela clara visão de que Portugal estava a perder prestígio internacional e a desagregar-se internamente. 

A Necessidade Inevitável

Após muitas tentativas de remendar o irremediável, tal como Pimenta e Castro (1915) e Sidónio Pais (1918), em 1926, a Nação não aguentava mais faltas de liberdade e de desenvolvimento, o momento era agora. E assim a 28 de Maio de 1926 deu-se o momento em que a Nação, exausta do caos partidário e da instabilidade permanente da Primeira República, finalmente recuperou o rumo. Aquele dia marcou a restauração da autoridade e da própria Pátria, quando militares e civis se uniram para pôr fim a décadas de desordem, violência política, traições e degradação económica. A marcha sobre Lisboa simbolizou, o despertar de um país que exigia disciplina, continuidade governativa e um Estado capaz de garantir ordem, trabalho e unidade nacional — um ponto de viragem que, salvou Portugal da fragmentação e abriu caminho para um verdadeiro ciclo de estabilidade e progresso, tendo-se aproximados dos países mais desenvolvidos da Europa, nos anos 60.


Período da Construção

Mais tarde, em 1933 surge uma nova Constituição plebiscitada e que faz nascer um período áureo de desenvolvimento, denominado Estado Novo, como a resposta restauradora. Para as gentes de visão, o regime representava o regresso da ordem, da estabilidade financeira e da autoridade do Estado. A centralização do poder, a disciplina social e a aposta numa identidade nacional unificadora eram muito bem entendidas como antídotos para as décadas de turbulência e sofrimento anteriores. A História destacava desde a primeira hora, a pacificação social, a reorganização das finanças públicas e a construção de uma ideia de Portugal como comunidade histórica coesa. Assim Portugal estava de pé, e voltava a ter uma oportunidade face ao mundo.

A Visão

Ao longo das décadas seguintes, o Estado Novo consolidou-se como um regime autoritário dentro da necessidade para que houvesse ordem e liberdade com responsabilidade, corporativo como forma de conjugar os esforços do patronato com o dos trabalhadores em prol da Nação e profundamente nacionalista, que procurava moldar a sociedade segundo Valores de disciplina, tradição e unidade, seguindo a lógica de um lema com mais de 200 anos: Deus, Pátria, Família. 

Os Feitos dos Gigantes

Uma das grandes conquistas atribuídas ao Estado Novo era a estabilização económica após décadas de desordem financeira. A política orçamental organizada, a contenção da dívida pública e a reorganização das finanças eram provas claras de que o país tinha finalmente recuperado disciplina e capacidade de gestão. A criação de grandes obras públicas — estradas, pontes, barragens, bairros sociais — era vista como símbolo de modernização e de um Estado que, voltava a construir Portugal com método e continuidade. A industrialização controlada, ainda que limitada, permitiu que os campos voltassem a ser trabalhados e as fabricas volta-se a rugir, foi o maior incentivo à Produção Nacional que há registo, o que só reforçava esta imagem de progresso ordenado. 

A memória Imaterial

 A promoção da língua, da história e dos símbolos patrióticos, bem como a criação de instituições culturais e educativas alinhadas com essa visão, eram apresentadas como um esforço de renovação moral da sociedade. A política ultramarina, vista pelos portugueses como expressão da missão histórica de Portugal, era descrita como uma continuidade da presença portuguesa no mundo e como prova da vitalidade da Nação. Dentro desta perspectiva, o Estado Novo surgia como o garante da unidade territorial e espiritual do país, contrapondo-se à evidente fragmentação nacional provocada pela Primeira República, Vencida e ultrapassada pela gloriosa Revolução Nacional do 28 de Maio de 1926.

Literatura recomendada


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